As atividades de extensão da Faculdade de Ciências Exatas e Engenharias visam a construção, disseminação e aplicação do conhecimento, com vistas à transformação das realidades sociais, aberta à participação da população da Zona Oeste do Rio de Janeiro, agindo de forma transversal, inclusiva e humanitária com foco em tecnologia.
Além da organização de reuniões científicas, ofertas de cursos de extensão, prestação de serviços especializados à comunidade e incentivo às atividades culturais, desportivas e de convívio social, busca cumprir a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
De acordo com o Sistema Nacional de Avaliação (SINAES), deve haver a previsão institucional e o cumprimento de, no mínimo, 10% (dez por cento) do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de graduação para as atividades de extensão.

Busca de Programas/Projetos

OBS.: Se a página busca do SIEXT não abrir clique no botão uma segunda vez.

Coordenador do Núcleo de Extensão: Anderson Moraes de Castro e Silva

E-mail extensão da UERJ-ZO: extensao.uerjzo@gmail.com

Eventos Institucionais

A Faculdade de Ciências Exatas e Engenharias, pelo intermédio de seus docentes, técnico-administrativos e discentes, vem desenvolvendo atividades e eventos que aproximam a instituição da comunidade acadêmica, científica e civil. Alguns eventos já foram incorporados ao calendário e contam com a participação da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde (FCBS) em suas realizações.

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia na Zona Oeste (SNCT ZO)

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia na Zona Oeste (SNCT ZO) é um evento subordinado ao MCTIC, que acontece em Campo Grande, na Zona Oeste do Estado do Rio de Janeiro. Mais que um evento de Ciência e Tecnologia, a SNCT ZO proporciona ao público o contato com diversas instituições locais, além de apresentações culturais e serviços a sociedade.

Link do evento: https://snctzo.wixsite.com/snctzo

Semana Acadêmica da Naval (SEANAV)

A Semana Acadêmica da Naval é um evento anual proposto pelo Curso de Tecnologia em Construção Naval da Faculdade de Ciências Exatas e Engenharias (FCEE) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Campus UERJ-Zona Oeste) e tem como objetivo principal proporcionar a troca de experiências entre discentes, docentes e profissionais com a divulgação de pesquisas, exposições de ideias e palestras sobre o setor naval.

Link do evento: http://seanav.uerjnaval.com/

Projetos de Extensão FCEE Vigentes

Coordenador: Neyda De La Caridad Om Tapanes
A Baía de Sepetiba concentra num raio de 500 km indústrias, portos, siderúrgicas e outras empresas que exercem atividades socioeconômicas diversas, o que unido ao aumento descontrolado da população levou a consequências ambientais devastadoras. Consequências como a redução da Mata Atlântica nativa, liberação de rejeitos, contaminação da água dos rios e dos mares, perda de área de pesca e contaminação da fauna e flora, de forma geral influenciadas em grande parte pelos minérios e metais residuais gerados. O projeto tem como objetivo conscientizar a população das regiões que rodeiam a Baía de Sepetiba sobre o avanço da contaminação por minério e resíduos metálicos e expor as soluções que podem ser aplicadas para minimizar este tipo de contaminação. Esperam-se como resultados sensibilizar a comunidade e a sociedade em geral dos graves e crescentes problemas ambientais que ocorrem neste tipo de meio marítimo fechado e nas regiões costeiras, assim como criar um canal de comunicação entre a comunidade dessa região e à Universidade para tratar deste tema e outros de interesse técnico.

Coordenador: Paula de Castro Brasil
O Morro da Cocada está localizado no plano urbanístico da região de Pendotiba, zona especial de interesse social (ZEIS), com topografia acidentada e inúmeras habitações em situação precária ou de risco. A comunidade possui em média 350 imóveis e 1.130 moradores. O presente trabalho tem por objetivo prestar assistência técnica habitacional de interesse social (ATHIS), sem fins lucrativos, a fim de atender a aproximadamente 50 famílias da Comunidade da Cocada em parceria com a Secretaria de Habitação e Regulamentação Fundiária da Prefeitura Municipal de Niterói - SMHRF. Para alcançar o objetivo de propor melhorias habitacionais para as residências mencionadas, serão realizadas as seguintes etapas metodológicas: entrevistas com os moradores cadastrados no programa no programa de ATHIS; realizados levantamentos no local; análise de materiais e do local visando o conforto térmico das edificações; desenvolvimento de projetos de arquitetura e engenharia para reforma das edificações; apresentação para os moradores; orçamentação e execução de obra. Os recursos e a execução de obras estão vinculados ao programa Moradia Digna, com verba da Caixa Econômica Federal. Espera-se com esse projeto de extensão a complementação do ensino acadêmico, a atuação de caráter social e a ampliação da atuação profissional.

Coordenador: Gisele Duarte Caboclo Antolin
O Núcleo de Tecnologias Emergentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Campus Zona Oeste (NTE) desenvolve pesquisas relacionadas à robótica educacional, simulações computacionais e impressão 3d. Na parte de robótica educacional foi criado o Núcleo de Apoio a Projetos de Engenharia e Robótica Educacional Livre (NAPEREL) que tem por objetivo criar um ambiente na universidade onde seja possível promover uma parceria entre a UERJ-ZO e escolas públicas, proporcionando a disseminação do ensino de robótica e da cultura maker nas escolas, através da capacitação de professores e do desenvolvimento de kits e projetos de robótica. A criação deste núcleo de apoio, que recebeu suporte financeiro da FAPERJ em 2021, já proporcionou a capacitação de alguns professores em uma escola piloto onde a parceria foi efetivada, o que possibilitou não somente a implementação de aulas de robótica, mas também o desenvolvimento de projetos educacionais relevantes nesta escola. Um dos projetos desenvolvidos é voltado para o aproveitando de lixo eletrônico em aulas de robótica e o segundo é voltado para a criação de um núcleo de empreendedorismo feminino que tem por objetivo principal o desenvolvimento de produtos que fazem uso de robótica. Ambos os projetos têm se mostrado ferramentas promissoras para a manutenção de jovens na escola, principalmente em tempos de pós pandemia. Em 2022, este projeto recebeu suporte financeiro da FAPERJ para resolver algumas dificuldades relacionadas a falta de infraestrutura na escola onde estes projetos têm sidos desenvolvidos e para ampliar a capacidade de atendimento do NAPEREL, de forma a aumentar a oferta de cursos e promover o aumento das escolas atendidas pelo projeto. Assim, este projeto visa possibilitar a melhoria no intercâmbio entre a universidades e as escolas públicas do Rio de Janeiro, através de assessoria técnica e suporte para atividades ligadas a cultura maker nestas unidades de ensino.

Coordenador: André Rodrigues Pereira
Este trabalho de extensão tem o objetivo de capacitar os membros do Quilombo Dona Bilina, localizado na região de Rio da Prata, em Campo Grande/RJ, sobre as diferentes possibilidades existentes que envolvem a questão da qualidade do esgotamento sanitário. Entender e acolher os anseios da comunidade em relação a este tema e, em conjunto, traçar e orientar a implementação de uma estratégia de esgotamento sanitário que seja mais compatível com modo de vida local e que contribua para a melhoraria da qualidade de vida de todos. Esse entrosamento com a comunidade permitirá identificar as origens da água que abastece o local, alternativas para o abastecimento de água e, ainda, os riscos de uma possível contaminação desta água pela falta de um sistema de esgotamento sanitário adequado. Portanto, a atividade extensionista se dará na proposição de inovações e aperfeiçoamento do sistema de tratamento de esgoto existente no Quilombo. Caso esse objetivo seja alcançado, além de dar um destino adequado ao esgoto sanitário, a possibilidade de utilização do esgoto tratado como água de irrigação também será um dos resultados do projeto.

Coordenador: Anderson Moraes de Castro e Silva
O projeto objetiva capacitar os moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro sobre as temáticas do empreendedorismo e propriedade intelectual. A proposta de extensão deriva da constatação de que o desenvolvimento tecnológico e a proteção dos ativos intangíveis têm impulsionado transformações significativas no mundo do trabalho e renda nas sociedades ocidentais. O público alvo são os empreendedores moradores dos bairros que constituem a Zona Oeste do Rio de Janeiro. Difundir conhecimentos sobre a atividade empreendedora e capacitar sobre a proteção dos direitos de propriedade intelectual constituem os objetivos centrais do projeto, ratificando a indissociablidade Ensino, Extensão e Pesquisa. Para isso, serão realizadas atividades acadêmicas na UERJ-ZO e em eventos educacionais e culturais locais sobre “Empreendedorismo e Propriedade intelectual”, tais como palestras, debates, encontros etc., destinados aos moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Além disso, um curso de extensão virtual sobre o tema será disponibilizado a sociedade fluminense no site da UEZO-ZO. Trata-se, portanto, de proposta de atividade de capacitação constituída de cinco temas, a saber: empreendedorismo, propriedade intelectual, marcas, patentes e negócios virtuais. Ao final de cada evento, pretende-se que os participantes sejam capazes de entender a importância da proteção aos direitos de propriedade intelectual em seu segmento de atuação profissional, assim como sejam capazes de desenvolver e proteger suas marcas de produtos ou serviços.

Coordenador: Gustavo de Barros
Neste projeto pretendo fazer análise física de movimentos corporais, através do esporte, para criar material didático e de divulgação, e apresentar, para a comunidade interna e externa de diversas formas. Numa visão ampla, posso ter: - cursos para ensinar tanto a parte teórica básica da física (de interesse para atletas, treinadores, alunos de IEFD e público em geral), quanto curso de análise e interpretação dos dados obtidos - em outra parte, teremos a criação dos materiais didáticos e de divulgação, - teremos também a interação com equipes, ou pessoas em geral interessadas em participar do projeto, tendo suas atividades filmadas e analisadas. Assim pretendo criar um projeto de retroalimentação, ensinando pessoas a desenvolver o projeto por si mesmo, captando mais pessoas interessadas em ter seus movimentos analisados por nossos alunos, e criando material para divulgar para um número maior de pessoas.

Coordenador: Nilton Rosenbach Junior
O ensino de Química é um desafio em nossas escolas. A abordagem didática tradicional é quase sempre descontextualizada e os conteúdos são apresentados de forma fragmentada e sem qualquer relação com a realidade do aluno. O objetivo deste projeto de extensão é promover a contextualização do ensino de Química em escolas da rede estadual que disponham de laboratórios de química, através da Pedagogia de Projetos, tendo-se em vista o aproveitamento do óleo extraído de rejeitos caseiros na produção de biodiesel e de outros produtos. O objetivo é colocar o aluno como protagonista do processo de ensino aprendizagem, de modo que o conhecimento seja construído através da investigação empreendida pelos próprios alunos. O projeto piloto será inicialmente desenvolvido com alunos da 2ª e 3ª série do Ensino Médio Integrado ao Curso Técnico em Química do Colégio Estadual Dom Pedro II, localizado no Município de Petrópolis, região serrana do Estado do Rio de Janeiro, tendo a colaboração de professores de Química lotados nessa unidade escolar. Os alunos desenvolverão atividades no escopo do projeto que incluem coleta seletiva de rejeitos caseiros, extração, purificação e caracterização do óleo, conversão do óleo em biodiesel através da reação de transesterificação, testagem e análise de qualidade do biodiesel obtido de diferentes rejeitos. Sob orientação dos professores, os alunos serão estimulados a participar ativamente de cada etapa na busca de soluções para problemas derivados de situações reais por meio de investigação, trabalho individual e coletivo, pesquisa e utilização de múltiplas linguagens e saberes. articulados de maneira interdisciplinar com a pedagogia de projetos.

Coordenador: Tetyana Gurova
O que acontece depois que a vida útil dos navios expira? Quando a vida dos navios chega ao fim, cerca de 90% deles acabam em um cemitério na costa da Índia, Paquistão, Indonésia ou Bangladesh. E o que acontece com os navios brasileiros? As práticas industriais, bem como o contato destas, devem ser incentivadas especialmente para os alunos pertencentes aos cursos do Setor de Produção Industrial, os quais estão sendo preparados para entrar no mercado de trabalho através deste Setor. Este projeto tem como objetivo ampliar os conhecimentos dos alunos sobre as práticas industriais, de produção e descomissionamento de navios e embarcações de médio e grande porte, porém não ficando restritos somente a área naval, podendo ampliar para demais áreas das engenharias atreladas ao Setor Naval. Tendo como objetivos específicos a caracterização de processos realizados no setor industrial e proporcionar conhecimento a respeito de práticas, tais como: soldagem, caracterização de amostras, ensaios destrutivos e não destrutivos, softwares e programas utilizados nos processos de desenvolvimento de projetos, ferramentas de planejamento, logística, transporte marítimo, inglês técnico marítimo, entre outros. Este projeto também terá enfoque na preparação e apresentação pessoal dos alunos, buscando ajudá-los na confecção e atualização de currículos e plataformas, tais como LATTES, ORCID, Linkedin e outros. As atividades do projeto serão através de palestras, cursos, minicursos, oficinas, reuniões, visitas técnicas, entre outros. O projeto tem a missão de promover a troca entre academia, sociedade, indústria e o mercado, integrando o conhecimento acadêmico à agilidade industrial, bem como apresentar a UERJ-ZO como uma instituição de pesquisa e desenvolvimento, com a qualidade educacional, tecnológica e ambiental, pronto para o século XXI. Este projeto poderá contar com outros colaboradores externos à UERJZO.

Coordenador: Neyda de La Caridad Om Tapames
Com o objetivo de dar continuidade aos trabalhos de extensão, em parte desenvolvido em 2022, o projeto tem como objetivo desenvolver atividades de extensão com discentes dos cursos de Engenharia Metalúrgica, Engenharia de Materiais e de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais para continuar conscientizar a população das regiões que rodeiam a Baía de Sepetiba sobre o avanço da contaminação por minério e resíduos metálicos e expor as soluções que podem ser aplicadas para minimizar este tipo de contaminação. A Baía de Sepetiba concentra num raio de 500 km indústrias, portos, siderúrgicas e outras empresas que exercem atividades socioeconômicas diversas, o que unido ao aumento descontrolado da população levou a consequências ambientais devastadoras. Consequências como a redução da Mata Atlântica nativas, liberação de rejeitos, contaminação da água dos rios e dos mares, perda de área de pesca e contaminação da fauna e flora, de forma geral influenciadas em grande parte pelos minérios e metais residuais gerados. Esperam-se como resultados sensibilizar a comunidade e a sociedade em geral dos graves e crescentes problemas ambientais que ocorrem neste tipo de meio marítimo fechado e nas regiões costeiras, assim como criar um canal de comunicação entre a comunidade dessa região e à Universidade para tratar deste tema e outros de interesse técnico.

Coordenador: Rosana da Paz Ferreira
O projeto visa capacitar os moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro sobre a análise e manipulação de dados ou “business intelligence”, para servir de entrada no mercado de trabalho através do software: Power BI. Tal proposta tem como base da constatação de que a tecnologia está cada vez mais integrada com os nossos dados, isso vai desde contas bancárias até as mais detalhadas informações comportamentais dos clientes, fazendo necessário o aprendizado de como manipular tais informações para trazer não só benefícios próprios através de vagas no mercado de trabalho, mas também para outros, os entregando o que querem através da análise e manipulação dos dados fornecidos. O público alvo são estudantes e desempregados moradores dos bairros que constituem a ZO do Rio de Janeiro. Difundir conhecimentos sobre à análise e manipulação de dados constituem os objetivos centrais do projeto, ratificando a associabilidade Ensino, Extensão e Pesquisa. Para que tal projeto seja feito, serão realizadas atividades acadêmicas na UERJZO e em eventos educacionais e culturais locais sobre “Análise e Manipulação de dados em Power BI”, tais como aulas, palestras, debates, encontros e etc. destinados aos moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Além disso, será disponibilizado um material online para consultas em forma de aulas e resumos sobre o conteúdo em um Driver específico e endereço eletrônico, para fácil compartilhamento de conhecimento. Trata-se, então, de proposta de atividade de capacitação constituída de um tema central, com quatro subdivisões dentro do mesmo: importação de dados, análise e manipulação de dados, disponibilização dos dados já tratados e por fim a exportação da base de dados. Ao final de cada evento, pretende-se que os participantes sejam capazes de entender a importância do tema geral e as suas subdivisões de atuação profissional, assim como consigam analisar e manipular uma base de dados completa, dando mais oportunidades para os mesmos no mercado de trabalho.

Coordenador: Tatiana Santos da Cunha
O projeto visa divulgar a importância da carpintaria naval artesanal para sobrevivência das comunidades pesqueiras, por meio de trabalhos manuais com conhecimentos tecnológicos e científicos com o uso de maquinas, ferramentas e equipamentos modernos, diante da construção de uma embarcação de pesca modelo ‘dory’ com materiais que não agridam o meio ambiente e custo benefício para estes profissionais que fazem da pesca sua profissão. O projeto Arquitetos do Mar tem como objetivo promover uma política de valorização do ensino técnico profissional na área da construção naval artesanal, resultando em uma melhor distribuição de renda na cadeia produtiva da construção naval artesanal de embarcações pesqueiras, tendo como elemento norteador a formação e capacitação de jovens estudantes e adultos das comunidades pesqueiras do Estado do Rio de Janeiro. Desta forma, o projeto arquitetos do mar, terá como tarefa além da formação técnica profissional, uma formação humana, voltada para a preocupação na realização das atividades de construção naval com os atores envolvidos na construção, assim como com o meio ambiente, em consonância com a legislação ambiental e trabalhista.

Coordenador: Paula de Castro Brasil
O Morro da Cocada está localizado no plano urbanístico da região de Pendotiba, zona especial de interesse social (ZEIS), com topografia acidentada e inúmeras habitações em situação precária ou de risco. A comunidade possui em média 350 imóveis e 1.130 moradores. O presente trabalho tem por objetivo prestar assistência técnica habitacional de interesse social (ATHIS), sem fins lucrativos, a fim de atender a aproximadamente 23 famílias da Comunidade da Cocada em parceria com a Secretaria de Habitação e Regulamentação Fundiária da Prefeitura Municipal de Niterói - SMHRF. Para alcançar o objetivo de propor melhorias habitacionais para as residências mencionadas, serão realizadas as seguintes etapas metodológicas: entrevistas com os moradores cadastrados no programa no programa de ATHIS; realizados levantamentos no local; análise de materiais e do local visando o conforto térmico das edificações; desenvolvimento de projetos de arquitetura e engenharia para reforma das edificações; apresentação para os moradores; orçamentação e execução de obra. Os recursos e a execução de obras estão vinculados ao programa Moradia Dignos, com verba da Caixa Econômica Federal. Espera-se com esse projeto de extensão a complementação do ensino acadêmico, a atuação de caráter social e a ampliação da atuação profissional.

Coordenador: Carlos Eduardo de Souza
Devido ao grande número de empresas na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, e a carência domínio e utilização de tecnologias com Inteligência Artificial e Internet da Coisas pela comunidade composta pelos estudantes, profissionais e empresários dessa região, a disseminação do conhecimento em tais tecnologias, acumulado na universidade em pesquisa e ensino, entre essa comunidade, tende a ser um trabalho de extensão de grande valia para toda essa região. A capacitação dos estudantes, profissionais e empresários da Zona Oeste em técnicas de Inteligência Artificial e de Internet das Coisas, através de apresentações, palestras, trabalhos desenvolvidos de forma colaborativa, e identificação/resolução de problemas reais e relevantes, vividos pelas empresas da região, pode abrir um novo leque de oportunidades a toda essa comunidade, impactando de forma significativa e positiva em suas vidas profissionais.

Coordenador: Frederico Sauer
Após uma etapa interna de capacitação de alunos extensionistas como instrutores Cisco, serão selecionados e enturmados jovens e adultos de comunidades da Zona Oeste em cursos profissionalizantes da Academia Cisco da UERJ-ZO

Coordenador: Luanda Silva de Moraes
A desigualdade social no Brasil é fortemente evidenciada na desigualdade educacional, não apenas no ponto de vista da qualificação profissional, que leva à ascensão, como também do ponto de vista ideológico. No Brasil, a universidade sempre foi considerada um espaço de privilégio e poder. Evidências comprovam que a população negra sempre esteve submetida ao teto de chumbo que a mantém invisível, por vezes visível, na base da pirâmide social. Inúmeros esforços do movimento negro permanecem concentrados para que os descendentes não sejam acidentes históricos. Políticas públicas para a promoção de uma verdadeira democracia no Brasil podem ser comparadas às Políticas das Ações afirmativas, e são fundamentalmente essenciais para combater o racismo. É inegável o valor agregado às universidades após a adoção dessas políticas. Elas atuam na transformação das instituições de ensino em espaços mais plurais, capazes de produzir e sobretudo disseminar reflexões a partir de uma diversidade de narrativas próprias da cultura do povo negro, indígena e demais povos originários. A concepção de universidade e das instituições brasileiras dialoga com as características das tradições colonialista, escravocrata e eurocêntrica. Portanto, as ações de combate ao racismo devem ser ações estruturantes. Por isso, é importante trazer as ações afirmativas como princípio ético-político de concepção da própria universidade e das instituições públicas. Como consequência do emprego desses princípios, pode-se vislumbrar até uma reestruturação dos espaços sociais e a sonhada equidade racial no estado Brasileiro, se e somente se, tais políticas estruturantes tornaremse hábito social e não sejam interrompidas por interesses particulares. Esse projeto tem como escopo promover ações de combate ao racismo nos espaços sociais por onde suas atividades ocorrem, tendo a universidade na vanguarda da reestruturação social.

Coordenador: Marcelo Musci
O Tecnólogo em Construção Naval apresenta aptidão para atuar em equipe multidisciplinar no sentido de utilizar seu conhecimento para provocar mudanças no ambiente em que está inserido, é capaz de absorver e desenvolver novos processos e tecnologias, além de planejar, operar e controlar processos de produção. O setor de construção naval brasileiro experimenta um movimento de retomada de investimentos. Tal fato decorreu, principalmente, do crescimento das atividades petrolíferas offshore, que acarretou a necessidade de novas embarcações para esse mercado, e de uma política promulgada em janeiro de 2022, que institui o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem, apelidado de BR do Mar. Assim, de acordo com o exposto, o tema relacionado a Construção Naval se torna essencial para a economia do Estado do Rio de Janeiro. O presente projeto tem como objetivo despertar o interesse pela ciência, tecnologia e o meio ambiente, além da divulgação do setor naval para a comunidade/sociedade em geral, incluindo os discentes universitários e de nível médio. Para isto, o projeto possui em uma primeira etapa a sensibilização dos alunos do curso de Tecnologia em Construção Naval, realizada pelos docentes envolvido com o projeto, capacitando-os a oferecer palestras, oficinas teórico-práticas e minicursos em ações extensionistas onde espera-se despertar a atenção do público envolvido para a disseminação de conhecimentos científicos e tecnológicos.

Coordenador: Marcelo Musci
A Revista Naval & Oceânica (RNO), com periodicidade semestral, destina-se à publicação de trabalhos científicos no campo da engenharia naval e oceânica, engenharia de materiais e metalúrgica, educação e meio ambiente. Contempla um contexto em que as várias ciências estejam em constante contato e relação abordando a interdisciplinaridade. Possui como missão ser um canal de divulgação de trabalhos científicos aceitando originais em português e inglês produzidos no país e exterior. A revista é vinculada ao Departamento Naval e Pesca da Faculdade de Ciências Exatas e Engenharias da Universidade do Estado do Rio de janeiro (UERJ - ZO).

Coordenador: Gustavo de Barros
Qual a importância da comunicação nas relações dentro e fora da Universidade? Somos seres relacionais e a comunicação é elo fundamental na conexão entre nós. Os conflitos residem muitas vezes em ruídos tanto sobre o conteúdo, quanto como sobre como a mensagem é expressada. Tendo como base a Comunicação Não Violenta (CNV), sistematiza pelo norte americano Marshall Rosenberg, a proposta é oferecer para a comunidade interna eexterna projeto de desenvolvimento de habilidades de expressão do ser, com vistas ao Bem Viver, utilizando a prática do Acroyoga como ferramenta. A Comunicação Não Violenta é a vivência de uma linguagemcomo exercício do poder compartilhado, de potência, de autenticidade com empatia. O entendimento de linguagem à luz da CNV inclui tanto a expressão verbal quanto a não verbal, isto é, abrange, além das palavras, também as atitudese os pensamentos. A disciplina do Acroyoga ainda é recente e pouco popularizada na sociedade, mas as suas 2 principais bases sãojá bem difundidas: yoga e acrobacia. A junção dessas duas disciplinas faz com que o Acroyoga seja uma atividade comunitária, onde a conexão com os outros é muito importante e é feita de forma não violenta de acordo com os princípios do yoga. Dessa forma ela serve como uma excelente ferramenta lúdica e de desafios para aprendizagem e difusãodo CNV.

Coordenador: Edmilson Monteiro de Souza
Despertar o senso crítico científico do aluno é função da escola. Neste caso, a epistemologia de cada etapa do processo ensino-aprendizagem deve estar estruturada de tal maneira que o conhecimento holístico sejaa base para a formação do senso crítico. Atualmente, o ensino de ciências tem acontecido de maneira bastante desconexa da realidade dos alunos, não apresentando inovações ou trazido temas atualizados para as discussões que ocorrem no ambiente da sala de aula. Dentro deste contexto, o tema radioatividade constitui-se ferramenta importante que trará uma grande contribuição científica e profissionalna formação do aluno brasileiro. Sendo assim, o objetivo deste projetoé mostrar a importância do tema radioatividade na formação científicae profissional de alunos do ensino médio. A proposta consiste em umasequência didática, onde se utilizam as noções de “marcadoresestruturantes”, desenvolvidas no contexto da teoria da Transposição Didática, para delinear as atividades que acreditamos serem essenciaispara que esta nova sequência de ensino seja exequível.

Coordenador: Alex da Silva Sirqueira
A região da zona oeste é muito carente em atividades científicas e tecnológicas. A localização da UERJ em Campo Grande é uma excelente oportunidade de reverter essa situação, e oportunizar as crianças da região o primeiro contato com o mundo fascinante da Ciência. O projeto Mini Cientistas visa estimular a curiosidade científica em crianças do ensino fundamental de escolas públicas da Zona Oeste e adjacências. A realização de práticas científicas aumentará a percepção de mundo das crianças, o que constitui um importante momento de socialização, pois a criança torna-se parte de um novo grupo social, diferente de sua família, interagindo com outras crianças de sua faixa etária e experimentando novas regras de convivência. E o contato com os laboratórios de pesquisa e didáticos da UERJ possibilitam novos horizontes para as crianças desta região. Ao reunir professores universitários com crianças de 5 a 13 anos, ambos sairão transformados. A consolidação do projeto permitira a criação de um clube de ciência na UERJZO. Espera-se que o projeto possa envolver não somente os alunos do ensino fundamental, mas os responsáveis que também vivenciarão as atividades de uma IES, reduzindo assim a distância entre a academia e a sociedade.

Coordenador: Adriana Aparício Sicsu Ayres do Nascimento
O projeto tem como objetivo principal a preparação de mão de obra profissional para o Desenvolvimento de Sistemas Web. Esta proposta nasce da constatação da necessidade de suprir a demanda por profissionais de TI para o Desenvolvimento de Sistemas Web, que se encontra em um momento de expansão de projetos e falta de profissionais no mercado nacional e internacional. O público alvo são alunos das redes de ensino médio pública do Estado do Rio de Janeiro, que desejam se preparar para o mercado de trabalho na área de TI. O projeto se caracteriza pela capacitação continuada de alunos para formar mão de obra especializada. Os alunos inscritos participarão de dois módulos de capacitação, sendo o primeiro destinado a introdução à programação e ao desenvolvimento de Sistemas Web para Front-End (telas de interação do usuário), dividido em 3 (três) diferentes disciplinas: Introdução à Programação, Interfaces Gráficas (HTML e CSS) e Programação de Páginas Web. O segundo módulo trata da modelagem de sistemas e o Back-End (programação para servidores), também dividido em 3 (três) disciplinas, sendo elas: Modelagem de Sistemas, Introdução aos Banco de Dados e Programação Servidor. O profissional de TI que trabalha com o desenvolvimento de Front-End e de Back-End é conhecido como Desenvolvedor Full-Stack, que é capaz de criar um sistema para Web completo. Tal formação é de interesse do mercado de TI, que com a pandemia cresceu ainda mais no mundo inteiro, abrindo diversas oportunidades, inclusive com a contratação por multinacionais para trabalho remoto, abrindo vagas com contratação em outros países, mas com trabalho remoto realizado em nosso país. Sabe-se que a mão de obra para o desenvolvimento de sistemas no mundo abre oportunidades para Indianos e Brasileiros, que assim como os Russos são bem vistos nesta área.

Coordenador: Luanda da Silva de Moraes
O presente projeto de extensão “O papel da humanização na transformação individual para o impacto global” tem por objetivo expandir as ações do projeto “Humanização” praticado, até o momento, dentro da universidade junto aos setores administrativos, professores, estudantes e funcionários para os colégios de ensino médio, grupos da sociedade civil, como quilombos, coletivos etc da região da Zona Oeste. Acredita-se que as ações do projeto poderão elevar o empoderamento da população em relação ás suas capacidades intelectuais, culturais, tecnológicas, através da conscientização de que é necessária uma mudança individual para gerar uma mudança global. A motivação está no diagnóstico de uma sociedade que demonstra pouca ou nenhuma esperança em futuro melhoria na qualidade de vida e no desenvolvimento social. Especificamente, a Zona Oeste, região onde a UEZO é localizada, representa uma região estratégica em planos de desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, no entanto é a região do município de menor IDH(Índice de Desenvolvimento Humano), que pondera renda per capta e indicadores sociais de saúde e educação muito baixos, sendo ainda marcada por significativas desigualdades sociais e realidades contrastantes. Com base na teoria de criação de valor do professor Makiguti [6], acredita-se que a partir de um trabalho focado na valorização de pessoas, de maneira a empoderá-las de suas habilidades e capacidades inatas, através de ações humanizadas, poderá se atingir um nível de desenvolvimento individual, que gerará uma mudança global.

Coordenador: Gustavo de Barros
Neste projeto pretendo criar um espaço de lazer para os membros da comunidade interna e externa. A dança é sempre uma ótima ferramenta para interação e bem estar. Com essa oficina pretendo também conectar com outras áreas da universidade como faculdade de dança, educação física, física, e de ciências sociais, para melhor UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro explicar tenho outros 2 projetos que falam dessas conexões de extensão e pesquisa.

Coordenador: Patricia dos Santos Matta
Como a realidade de um mercado exige políticas direcionadas de ciência, tecnologia e inovação visando o aumento da competitividade e a melhoria da qualidade de serviços e produtos volta-se, neste momento, incentivar, especialmente os alunos pertencentes aos cursos do Setor de Produção Industrial, os quais estão sendo preparados para entrar no mercado de trabalho. Portanto, a dificuldade em compatibilizar o crescimento econômico- social com a proteção ao meio ambiente vem despertando a atenção dos Brasileiros e se tornando motivo de preocupação internacional. A degradação da qualidade ambiental provocada pelo desenvolvimento econômico descontrolado resulta em um maior consumo de matérias primas, as quais são extraídas do próprio planeta, favorecendo, assim, a escassez destes recursos. Consequentemente então, o “desenvolvimento sustentável”, referido termo surgiu quando se percebeu que a degradação ambiental está intimamente relacionada com a queda na qualidade de vida. Este projeto tem como objetivo ampliar os conhecimentos dos alunos sobre o “desenvolvimento sustentável”, principalmente voltado para a área Naval, mas não ficando restritos somente a esta. De maneira geral, os objetivos de um “desenvolvimento sustentável” visam aumentar a vantagem econômica e competitiva da empresa; racionalizar o uso de insumos; reduzir os desperdícios; minimizar a geração de resíduos, diminuindo os impactos ambientais; aumentar a competitividade, atualizando a empresa de acordo com as exigências do mercado; adequar os processos e produtos em conformidade com a legislação ambiental; entre outros. Este projeto também terá enfoque na preparação e apresentação pessoal dos alunos, buscando ajuda-los na confecção e atualização de currículos e plataformas, tais como LATTES, ORCID, Instagram, Linkedin e outros. Em suma, as atividades do projeto serão através de palestras, cursos, minicursos, oficinas, reuniões, visitas técnicas, entre outros.

Coordenador: Alex da Silva Sirqueira
A humanidade produz muito lixo, infelizmente não descarta corretamente os seus resíduos sólidos. É comum a presença de grandes quantidades de resíduos plásticos e fibras vegetais nos oceanos e em aterros sanitários. Neste projeto serão produzidos compósitos com copos descartáveis de polipropileno e fibras vegetais (coco e bananeira). As composições estudadas terão preferencialmente maior quantidade de plásticos 60-800% e 40-20 % de fibra de coco. O impacto social do projeto será avaliado através da parceria com escolas de ensino médio e rede de artesãos da zona oeste. Os compósitos desenvolvidos auxiliarão na renda familiar dos artesãos e estimularão os alunos e moradores para o ensino de ciência e a consciência ecológica.

Coordenador: Patricia Reis Pinto
A presente proposta está estruturada na forma de um projeto de ações de fortalecimento no que diz respeito a formação, informação e fortalecimento da Colônia de pesca Z13. Pretende-se, realizar o reparo de uma embarcação em fiberglass, dentre os barcos pertencentes aos membros da Colônia Z13. Para tal, será realizado uma capacitação básica na técnica de laminação manual para compósitos em fiberglass. A capacitação técnica será destinada tanto para os estudantes universitários da UERJ-ZO, quanto para os pescadores. Serão consideradas as peculiaridades de cada grupo, para o processo formativo. Cabe ressaltar, que os pescadores costumam reparar seus próprios barcos quando estes sofrem avarias, no entanto, nem sempre o conserto é realizado de forma adequada e duradoura. Por sua vez, os estudantes universitários dos cursos de Tecnologias e/ou Engenharias da UERJ-ZO não possuem modelos em escalas reais para aprenderem a técnica in situ, em geral, quando aprendem a técnica (em alguns casos) são em escalas de bancada vinculado a roteiros pré definidos, nas aulas experimentais. Pretende-se que a técnica, metodologia ou processo seja apropriado pelos pescadores e estudantes, com parceria dos professores e equipe técnica do projeto, mas sem a dependência destes.

Coordenador: Giancarlo Cordeiro da Costa
A educação brasileira alterou-se ao longo de sua existência e, mais recentemente, no período de redemocratização do Brasil, na década de 1980. Propostas de natureza diferenciadas para os processos de ensino aprendizagem, surgem, desde então, para acompanhar as mudanças ocorridas na sociedade. É cada vez mais frequente nos depararmos com novas propostas para ampliar a eficiência desse processo na tentativa de torná-lo tão próximo quanto possível as necessidades da contemporaneidade. Atualmente, os avanços científicos e tecnológicos têm influenciado de forma enérgica nossa sociedade, constituindo um fator determinante da qualidade de vida eno parâmetro de medida de seu desenvolvimento e, ainda, tornando-se um dos fatores mais relevantes para a exclusão ou inclusão social dos indivíduos. Neste com texto, mudanças na educação e na forma de se ensinar e aprender têm sido propostas, em todos os níveis de ensino, numa tentativa de se atingir um nível educacional que permita um entendimento global do mundo e a construção de uma visão que proporcione a redução das diferenças sociais. A crescente reflexão sobre o papel do professor na sociedade co0nteporânea, com uma produção de quadros teóricos que definem um novo modelo para sua formação, no qual, o saber sobre o ensino deixa de ser visto pela lógica da racionalidade técnica e incorpora a dimensão do conhecimento construído e assumido responsavelmente, a partir de uma prática crítico-reflexiva(FREITAS,1999).

Coordenador: Mônica Maria Ferreira da Costa
O contexto atual de desenvolvimento tecnológico, que tem o peso de uma Quarta Revolução Industrial, suscita indagações sobre suas consequências. No setor produtivo, os impactos são de tal monta que se cunhou o termo Indústria 4.0. No contexto da Educação, respeitadas instituições ao redor do mundo tentam estabelecer um conjunto de habilidades fundamentais que os jovens devem desenvolver. Segundo a Sociedade Internacional de Tecnologia na Educação, por exemplo, eles devem compreender como funciona a automação e o pensamento algorítmico e, trabalhando em equipe, usar a tecnologia para identificar e resolver problemas, criando e testando soluções criativas e inovadoras. Diante desse perfil, coloca-se imediatamente um desafio: como promover nos estudantes essas habilidades quando, em sua maioria, seus professores foram formados através de modelos tradicionais de ensino, não tiveram eles próprios formações comprometidas com o desenvolvimento dessas habilidades, e não foram apresentados às tecnologias emergentes como ferramentas de que podem lançar mão para resolver problemas? A concentração de esforços para a adequada formação dos jovens brasileiros torna-se urgente ao se constatar que o Brasil ocupa uma das últimas posições em um ranking que avalia as habilidades de sua força de trabalho, e que a grande maioria das empresas brasileiras ainda se encontra na transição do que seria a Indústria 2.0 para a Indústria 3.0, o que compromete a competitividade do país. Nesse contexto, propõe-se o presente projeto, que tem como objetivo atuar principalmente junto a professores do Ensino Médio da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro para promover a compreensão da chamada Quarta Revolução Industrial e de sua relevância na formação dos novos profissionais, e, estimulando o uso da Aprendizagem Baseada em Projetos, capacitá-los a incluir tecnologias emergentes tais como a Internet das Coisas e a Inteligência Artificial no rol de ferramentas para a resolução de problemas.

Coordenador: Valdir Augustinho de Melo
O desenvolvimento da Zona Oeste do Rio de Janeiro está diretamente ligado ao crescimento científico e tecnológico da região e do seu entorno. Sendo assim, se torna imprescindível dotar as organizações industriais, logísticas e de serviços, com processos e métodos eficientes, para que atendam as demandas do mercado, através da otimização de processos. No ambiente empresarial moderno, caracterizado pela globalização do mercado, rápido desenvolvimento e uso de novas tecnologias, as atividades logísticas têm implicações específicas nos processos de negócios. A gestão da logística e a gestão do serviço ao cliente podem criar uma base para o crescimento sustentado e contínuo dos proveitos operacionais e, ao mesmo tempo, proporcionar a sua própria imagem corporativa positiva no mercado. A gestão das atividades logísticas na função de satisfazer o cliente, tornou-se uma das áreas mais atrativas da gestão estratégica nos últimos dez anos, por isso, os gestores buscam forte arma competitiva no desenvolvimento de sistema logístico próprio, a fim de diferenciar seus esforços, em comparação com os concorrentes. Isso aumentou consideravelmente, com a chegada da Covid-19. A Logística é uma das áreas de atuação do Engenheiro de Produção e o intuito desse projeto é mostrar, para discentes do Ensino Médio da Zona Oeste e seu entorno, como conceitos de disciplinas também vistas no Ensino Médio, tais como Cálculo e Física, podem ser aplicadas à Logística, a fim de se obter um diferencial competitivo. Através do uso de um jogo em grupo, este trabalho propõe uma experiência a prática desses conteúdos os discentes de Ensino Médio, e assim, ampliar a visão sobre as diversas possibilidades de atuação profissional, de um Engenheiro de Produção.

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